terça-feira, 17 de abril de 2007

* Para Carlinha, Mari e Amanda *

Antes de tudo, obrigada pelo apoio e pelas palavras. Realmente temos que pensar que as fraquezas fazem parte da vida, e que é só com calma e dedicação que vamos conseguir mudar os hábitos. Como a Amanda disse, é pouco tempo para que o cérebro e o corpo se acostumem com novos hábitos alimentares, já que os antigos duram, no meu caso, há 24 anos... Inclusive meu estômago está doendo muito. Minha psicóloga falou que ele deve estar estranhando o meu novo modo de comer, com muito mais verduras e legumes, e muito menos gordura e açúcar.
Também concordo com a Carlinha, que diz que não devemos ser tão perfeccionistas e radicais. O problema é que eu perco totalmente o controle quando como um pouquinho de alguma "besteira". Mas também sei que, a partir do momento que eu não me cobrar tanto, isso não vai ser tão difícil. Como a Carlinha disse, quando ela gostou mais de si mesma foi mais fácil para lidar com a compulsão.
Sabe, acho que muita da nossa compulsão está na carência afetiva e baixa auto-estima. Vou tentar escrever um texto legal sobre isso dia desses... Mas, para mim, a comida serve de companhia e me dá prazer. Além disso, como já não gosto de mim e do meu corpo, não vejo muito estímulo para agir diferente.
Mas agora estou vendo que preciso me gostar e me cuidar.
E espero que esses comentários tenham servido também para a Mari, que disse entender sobre isso.
Apesar de sermos todas diferentes e com histórias diferentes, sei que todas nós temos muito em comum.
Amanda, boa sorte nessa sua volta à dieta e, meninas, vamos tentar continuar trocando experiências e ajudando umas às outras, ok?

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